Como funciona a previdência privada, nesse caso? Existem algumas alternativas, chamadas de “institutos”, criadas justamente para proteger o planejamento financeiro do Participante. São uma espécie de garantia para o plano, após a saída da empresa. São os seguintes:
- Portabilidade: permite que o funcionário migre os recursos do plano para outro, caso mude de emprego. Mas há condições específicas para isso.
- Autopatrocínio: o participante mantém o plano, depois de encerrado o vínculo empregatício, e continua contribuindo, porém sozinho (sem a contrapartida da empresa). Assume alguns custos também, como a taxa de administração.
- Resgate: o funcionário encerra o plano, sacando o dinheiro que investiu. Neste caso, embora as regras variem de uma empresa para outra, geralmente o participante do plano pode sacar apenas as contribuições feitas por ele (não tem direito às contribuições feitas pela empresa).
- BPD (Benefício Proporcional Diferido): o plano é mantido até a data da sua aposentadoria, mesmo sem contribuir mais.
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10 passos para planejar aposentadoria
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Link útil:
Abrapp (Associação Brasileira das Empresas Fechadas de Previdência Complementar)
http://www.abrapp.org.br