A Poupança não é a única alternativa de investimento de baixo risco. Com possibilidades maiores de ganho, as aplicações em títulos públicos (por meio do Tesouro Direto, um programa do Tesouro Nacional) podem ser feitas também por quem dispõe de pouco dinheiro.
Como funciona o Tesouro Direto?
De forma simplificada, ao investir em papéis da dívida pública, o investidor empresta dinheiro ao Governo. Estes títulos têm um prazo de vencimento, e, após este período, o investidor recebe esta quantia de volta, acrescida de uma taxa de retorno.
Qual o valor mínimo para investir no Tesouro Direto?
O valor mínimo para aplicar no Tesouro Direto equivale a 1% do valor de um título, desde que respeitado o mínimo de R$ 30. É preciso ter conta em uma instituição financeira (banco ou corretora) habilitada, os chamados agentes de custódia.
Taxas do Tesouro Direto. Quais os custos para o investidor?
Há duas taxas para quem optar pelo Tesouro Direto: a taxa de custódia de 0,30% ao ano, cobrada pela BM&FBovespa, e a taxa do agente de custódia, que varia entre as instituições (que podem, ou não, cobrá-la).
Assim como em outras aplicações em Renda Fixa, também é cobrado o Imposto de Renda do investidor. No sistema regressivo, quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, menor será o IR.